Prompt Master Rules 9.2: o que mudou e como usar
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- O Master Rules 9.2 é o prompt definitivo do @CanalQb:30 seções que comandam escrita, pesquisa profunda, entrega em3 arquivos separados, thumbnails em6 formatos e auditoria com portões de qualidade.
- O que é novo sobre a9.1: o comando {Crie um post inteligente}, o anti-resumo com200 palavras mínimas por seção, a ordem fixa de metadados por rede e a proibição absoluta de tags de página no HTML.
- Para usar, cole o documento inteiro como primeira mensagem, dispare o gatilho e copie cada arquivo para o seu destino: HTML no Blogger, metadados nos campos, JSON na ferramenta de imagem.
Nota Técnica: Prompts e automações fornecidos têm fins exclusivamente educacionais. Teste sempre em ambiente controlado. O @CanalQb não se responsabiliza por danos, perdas ou bloqueios decorrentes do uso indevido.
Três arquivos. Zero tags de página. Pesquisa que bloqueia a entrega se falhar.
Essa é a promessa da versão9.2 do Master Rules — e a diferença mais concreta entre ela e qualquer prompt que você já usou. Onde as versões anteriores entregavam um bloco gigante de HTML para você desembrulhar, o9.2 separa o trabalho em três arquivos com nomes previsíveis: o post, os metadados de todas as redes e os prompts de thumbnail em todos os formatos. Onde a9.1 pedia pesquisa, a9.2 a transformou num comando próprio — {Crie um post inteligente} — que só libera a escrita depois de montar um mapa de inteligência com cinco invariantes. E onde as versões passadas ainda aceitavam posts que enchiam contagem com texto vazio, o9.2 pôs um piso de200 palavras por subsessão que derruba o resumo antes que ele chegue ao editor. Neste guia completo, cada peça da nova versão aberta — os três arquivos, a ordem fixa de redes, o mapa de inteligência, os portões de qualidade e o passo a passo de uso.
O que é o Master Rules 9.2 e o que ele resolve na prática?
O Master Rules 9.2 é um prompt mestre de30 seções que transforma o Claude no gerente de conteúdo completo de um blog monetizado — da pesquisa ao botão de copiar. Ele herda tudo o que as versões anteriores consolidaram (persona, gatilhos, design premium, schema, FAQ, compliance) e fecha os três problemas que sobraram: dependência da memória do modelo, entrega em bloco único e posts que passam na contagem sem densidade real. Na prática, você envia o documento uma vez, dispara {Crie um post: tema="..."} ou {Crie um post inteligente: tema="..."}, e recebe de volta exatamente o que cada destino precisa: um fragmento Blogger limpo, um arquivo de metadados com as sete redes na ordem certa e um JSON de thumbnails pronto para o Gemini Imagen.
O que diferencia o9.2 de um prompt genérico é que quase tudo é verificável. A entrega tem formato definido (três arquivos, nomes com o slug do post, marcadores de fallback se o ambiente não gravar arquivos). A escrita tem piso auditável: mínimo de3.000 palavras visíveis, no mínimo oito subsessões, cada uma com pelo menos200 palavras, e no mínimo80 palavras por título de nível três. A pesquisa tem protocolo com critério de bloqueio: sem as cinco invariantes do mapa de inteligência, o post simplesmente não sai. E a validação tem escopo declarado na Seção24, com comandos que só se encerram quando o critério objetivo é batido — não quando parece bom. É esse empilhamento de camadas que faz do9.2 a versão que o canal recomenda para operação diária; a evolução completa está no acervo de prompts do @CanalQb.
Como funciona a nova entrega em três arquivos separados?
A Seção13.0 do9.2 tornou obrigatório o que antes era convenção: todo {Crie um post} entrega três arquivos, sempre nesta ordem — post-{slug}.html, post-{slug}-metadados.md e post-{slug}-thumbnails.json. O HTML leva só o post, do primeiro ao último bloco, sem metadados colados no topo nem JSON de thumbnail no fim; o arquivo .md leva todos os metadados em Markdown na ordem fixa das redes e termina com o relatório de qualidade; o .json leva os prompts de imagem em todos os formatos. Nada vai entre os arquivos — nenhuma conversa, nenhum checklist solto — porque cada um tem um destino de copiar-e-colar diferente: o editor do Blogger, os campos do Blogger e as legendas das redes, e a ferramenta de geração de imagem.
Três detalhes práticos completam a regra. O primeiro é o nome: o slug vem do título, em minúsculas e hífens, e aparece idêntico nos três arquivos, o que elimina a bagunça de "qual versão é essa?" em pastas com dezenas de posts. O segundo é o fallback: se o ambiente onde você opera não permitir gravação de arquivos, o agente entrega os mesmos três blocos marcados com [ARQUIVO1: ...], [ARQUIVO2: ...] e [ARQUIVO3: ...] — mesmo conteúdo, mesma ordem, nunca misturados num texto só. O terceiro é a disciplina do HTML: ele começa direto no conteúdo da Sessão1 e termina no aviso de ID de vídeo, sem nada antes nem depois. Esse último ponto virou regra absoluta justamente porque era a fonte número um de posts quebrados no Blogger — assunto da próxima seção. O tutorial de publicação do canal mostra o fluxo completo com os três arquivos.
Quais tags de página o9.2 proíbe e por que o fragmento não aceita?
O9.2 proíbe absolutamente qualquer tag de página dentro do post: <!DOCTYPE html>, <html>, <head>, <meta charset> e viewport, <title>, <body> e seus fechamentos. O arquivo post-{slug}.html é um fragmento do Blogger, não uma página web — ele começa no comentário de início do post (ou no link do Font Awesome) e termina no fecho do último bloco, que é o aviso de substituição do ID de vídeo. Qualquer tag de página colada no editor duplica a estrutura que o próprio tema do Blogger já injeta: dois <body>, dois <head>, charset duplicado — e o resultado é post com CSS quebrado, script que não roda e leitor de tela perdido.
Por que isso virou regra absoluta e não apenas dica? Porque o erro tem um custo alto e silencioso: o editor do Blogger aceita a colagem sem reclamar, o post publica, e o problema só aparece na renderização — às vezes nem aparece no desktop, só no mobile, ou só no modo escuro do sistema. O9.2 resolve nos três níveis: a Seção13.0 traz o bloco de proibição com reprovação explícita no {Valide o post}, o checklist de publicação ganhou a linha "Zero tags de página", e a tabela de substituições da Seção16 manda remover qualquer tag dessas se aparecerem por engano. Dica de conferência em dez segundos: depois de colar o fragmento, procure no início do editor o comentário de início do post — se você ver DOCTYPE antes dele, colou a coisa errada.
Como os metadados por rede ficaram organizados na ordem fixa?
A Seção13.1 fixou uma ordem que nunca muda: Blogger primeiro, depois YouTube, Instagram, Twitter/X, Facebook, Reddit e, por último, as demais redes (LinkedIn, Pinterest, TikTok, Threads e Telegram). A ordem espelha o fluxo real de publicação — o Blogger é o destino principal do post, o YouTube é o segundo ativo mais usado, e o resto vem em cascata. O benefício é mecânico: você abre o arquivo .md e já sabe onde estão os campos que precisa, sem escanear o documento inteiro, e o agente para de reinventar a ordem a cada geração.
Cada rede tem seus campos e limites próprios, declarados na Seção13.2: no YouTube, título de até100caracteres e descrição de até5.000; no Twitter/X, tweet de até280caracteres; no Instagram, legenda de até2.200com mix de30hashtags dividido em10de nicho,10de médias e10amplas; no Reddit, título e texto de até300caracteres, com etiqueta de comunidade; no LinkedIn, texto de até3.000. Duas regras transversais completam o pacote: emojis só aparecem nos metadados das redes, nunca no HTML do post (no HTML, o lugar do ícone é o Font Awesome), e hashtags não entram no Blogger nem no YouTube. O arquivo .md termina com o relatório da Seção13.3, que confirma as linhas "3 arquivos entregues", "Ordem das redes" e "Thumbnail — todos formatos" — e, quando o gatilho inteligente foi usado, a linha 🧠 Inteligência com as cinco invariantes do mapa. Os posts publicados pelo canal usam esse formato desde a9.2; o guia de redes do blog explica como reaproveitar cada bloco.
O que o relatório de qualidade audit — e o que significa a linha 🧠?
O relatório de qualidade do9.2 é a última linha do arquivo de metadados, e ele responde uma pergunta só: o post pode sair? A tabela traz as linhas de sempre — contagem de palavras, menor subsessão, número de seções, proporção de corpo técnico, fragmento Blogger sem tags de página — e o prompt exige que os números sejam medidos no arquivo entregue, não estimados: se o HTML tem3.762palavras visíveis, o relatório diz3.762, não "mais de3.500". É o mesmo princípio das versões anteriores, aplicado com a diferença de que o9.2 audita também a separação dos três arquivos e a completude dos seis formatos de thumbnail.
A novidade da9.2 é a linha 🧠 Inteligência, obrigatória quando o comando {Crie um post inteligente} é usado. Ela lista as cinco invariantes que sustentam o texto: o dado datado mais forte que a pesquisa apurou, a lacuna que os melhores resultados do mercado deixaram em aberto, o erro comum que ninguém cobre, o contraponto próprio que só este post traz e a decisão prática que o leitor leva embora. Se qualquer uma das cinco faltar, o relatório não assina — e a entrega é bloqueada antes de chegar a você. É a camada de apuração virando produto auditável: em vez de você confiar que "a IA pesquisou", você lê o que foi encontrado e decide se o post merece publicar.
Como o9.2 gera thumbnails em todos os formatos?
A Seção14 do9.2 expandiu o JSON de thumbnail de3para6 formatos, cada um com resolução e uso declarados:16:9(1920×1080) para YouTube e capa do post;9:16(1080×1920) para Shorts, Stories e TikTok;1:1(1080×1080) para grade do YouTube, Instagram e Twitter;4:5(1080×1350) para feed vertical;1.91:1(1200×628) para prévia de link no Open Graph do Facebook e LinkedIn; e2:3(1000×1500) para Pin do Pinterest. Todos os formatos saem num único arquivo post-{slug}-thumbnails.json, com a mesma cena e as mesmas pessoas descritas do começo ao fim — o que garante que a identidade visual não mude de rede para rede.
Cada entrada do JSON traz modelo, proporção, resolução, uso, prompt positivo, negativePrompt e campo de instruções. O prompt positivo é escrito com os elementos reais do post — o texto do título, a expressão facial inferida pelo tom (guia e dica pedem sorriso cúmplice; alerta pede rosto sério; descoberta pede espanto leve), a cor de destaque da paleta e o contexto visual declarado nos metadados, que sempre descreve país, cultura e época (por exemplo, "Brasil contemporâneo2026+ estilo tech casual"). O negativePrompt corta os erros clássicos de geração: fundo escuro, texto ilegível, rosto distorcido, cartoon e estereótipo cultural. O JSON precisa validar como JSON antes de ser entregue — o relatório confirma a linha "Thumbnail — todos formatos" — e você cola o arquivo inteiro no Gemini Imagen ou equivalente, gerando as6imagens de uma vez.
O que é o comando {Crie um post inteligente} e o mapa de inteligência?
O {Crie um post inteligente: tema="..."} é o gatilho novo da9.2, descrito na Seção4.5, e serve para temas não triviais — aqueles em que escrever da memória é receita para dado errado ou texto genérico. Ele roda um protocolo interno de cinco etapas invisíveis a você: primeiro monta um mapa de5a10perguntas que o post precisa responder; depois pesquisa com no mínimo8fontes, sendo3primárias (documentação oficial, dados do fabricante, publicação de referência); então confronta o que os3a5melhores resultados do mercado cobrem, cobrem mal e não cobrem; só então produz o mapa de inteligência; e finalmente escreve a partir dele — nunca da memória.
O mapa de inteligência é o coração da regra, e tem cinco invariantes fixas. Dados datados: o fato verificado mais forte, com fonte e data — "pesquisado em12/10/2026". Lacuna do mercado: o que ninguém dos melhores resultados responde. Erro não coberto: o problema que os tutoriais existentes ignoram. Contraponto próprio: a posição que este post assume contra o senso comum, com justificativa. Decisão prática: a escolha concreta que o leitor faz ao terminar. Se as cinco não estiverem no relatório, o post não é entregue — é o primeiro comando do canal em que a entrega é bloqueada por falha de apuração, não por falha de formato. Para temas triviais (definições, conceitos fixos), o {Crie um post} comum continua valendo: o inteligente é para quando o dado muda, o mercado tem lacuna ou o assunto pede posição própria. O guia de uso do Claude do canal mostra quando vale a pena disparar cada gatilho.
Como o anti-resumo da Seção6.7 funciona na prática?
O anti-resumo é a camada da9.2 que resolve o problema mais comum de conteúdo gerado por IA: o texto que parece completo, bate a contagem e não ensina nada. A regra tem seis camadas — piso de palavras visíveis (mínimo de3.000por post), piso por subsessão (cada H2 precisa de pelo menos200palavras no miolo), piso por título de nível3(mínimo de80), proporção de corpo técnico (ao menos60% do total é tutorial, não introdução nem despedida), proibição de repetição sem nova informação (frase que reformula a anterior sem acrescentar fato, exemplo ou passo é cortada) e exigência de exemplo concreto em todo procedimento (passo sem entrada, saída ou erro exemplificado reprova).
Na prática, o efeito aparece no que o relatório mede. O campo "menor subsessão" não existe à toa: ele mostra a seção mais fraquinha do post com o número exato de palavras, e o piso de200derruba geração em que o modelo entrega trinta linhas de generalidade e para. O piso de80no H3 impede o oposto: subtítulo bonito com uma linha de conteúdo por baixo. E a proporção de60%segura o equilíbrio entre contexto e execução — um post pode ter TL;DR, introdução e encerramento, mas o miolo precisa ser passo a passo, tabela, código ou exemplo. O resultado é mensurável: os três posts de teste da9.2 saíram com entre3.700e4.300palavras visíveis e proporção de corpo entre64%e78%, medidos no arquivo entregue. Nenhuma dessas regras proíbe texto curto quando ele é denso — a6.6do9.2 preserva a brevidade legítima; o que ela proíbe é a brevidade preguiçosa.
Quais são as Camadas1a3: comandos, auditoria, painel e portões?
As Seções24a29da9.2 criaram três camadas de controle que transformam a conversa com a IA de "gerou e rezou" em "gerou e passou por auditoria". A Camada1(Seção24) declara escopo, critério e condição de conclusão de cada comando — {Crie um post} só termina com os3arquivos entregues; {Crie um post inteligente} só termina com as5invariantes no relatório; {Audite} só termina com o relatório A–K e a lista de falhas classificadas em P0aP3; {Corrija} só termina com a re-auditoria do que foi mexido; {Valide o post} e {Libere para publicação} só terminam com veredito explícito. Sem critério objetivo, o comando não se encerra — é a cura para "quase pronto" infinito.
A Camada2traz a auditoria (modelo A–K cobrindo autoridade, conteúdo, formato, SEO, links, design, acessibilidade, compliance, originalidade, performance e metadados) e o painel de qualidade de0a100com pesos fixos — conteúdo pesa mais que estética, e o painel mostra a nota e o que a limita. A Camada3é a de maior valor operacional: os portões. {Valide o post} emite APTO, APTO COM RESSALVAS ou NÃO APTO com a lista de achados; {Libere para publicação} só responde sim depois de nenhum P0 aberto; e {Audite o compliance jurídico} roda a matriz de jurisdições — Brasil (LGPD e CONAR), Estados Unidos, União Europeia (GDPR) e Reino Unido — com o que cada uma exige de disclaimers, cookies e coleta de dados. O resultado prático: nenhum post sai sem o mesmo rito de revisão que uma redação profissional aplica — só que em segundos. O checklist de conformidade do canal cobre a parte de monetização dessas exigências.
Qual é o passo a passo para usar o9.2 do zero até publicar?
O fluxo tem cinco etapas e não exige conhecimento técnico — só a disciplina de seguir a ordem, porque cada etapa alimenta a seguinte. Os passos abaixo trazem a ação, o porquê, o resultado esperado e o erro mais comum de cada um, no mesmo formato que o próprio9.2 exige dos tutoriais que gera.
Passo1— Inicie a sessão com o documento inteiro
Cole as30seções do prompt9.2 como a primeira mensagem de uma conversa nova e envie. Nada de pedidos antes disso.
Por quê: a IA precisa da persona, dos gatilhos, dos três arquivos e das camadas de auditoria no contexto antes de qualquer geração; meio documento gera metade das regras.
Quando funcionar: a IA confirma o recebimento e aguarda o gatilho, sem gerar nada espontaneamente.
Erro comum: reaproveitar uma conversa antiga. O contexto poluído faz a IA esquecer a ordem das redes — recomece sempre em conversa limpa.
Passo2— Escolha o gatilho certo para o tema
Use {Crie um post: tema="..."} para assuntos estáveis e {Crie um post inteligente: tema="..."} para temas com dado volátil, lacuna de mercado ou posição própria a defender.
Por quê: o inteligente roda pesquisa profunda com8fontes e mapa de5invariantes; o comum é mais rápido e suficiente para conceito fixo.
Quando funcionar: a IA silencia e executa, entregando os3arquivos completos na ordem — HTML, metadados, thumbnails.
Erro comum: pedir "me mostra antes de fechar". Isso ativa conversa — use {Preview do post} se quiser aprovação prévia, é o gatilho certo.
Passo3— Leia o relatório antes de copiar qualquer coisa
Confira no fim do .md as linhas de palavras, menor subsessão, fragmento Blogger, thumbnails e — se usou o inteligente — as cinco invariantes da linha 🧠.
Por quê: é a última checagem grátis antes da publicação; corrigir no Blogger dá trabalho, corrigir na conversa é um {Corrija}.
Quando funcionar: números acima dos pisos, ✅ nas linhas críticas e você sabe exatamente o que falta (geralmente só o ID do vídeo).
Erro comum: publicar sem ler. O relatório é curto por desenho — dois minutos evitam retrabalho.
Passo4— Cole cada arquivo no seu destino
HTML no editor em modo Blogger; metadados nos campos de título, descrição e nas legendas de cada rede; JSON no Gemini Imagen para gerar as6imagens.
Por quê: a separação existe exatamente para isso — copiar-e-colar sem filtrar conversa no meio; nenhuma tag de página deve ir junto.
Quando funcionar: o post renderiza com banner, paleta, FAQ clicável e Font Awesome; as legendas saem nos limites de cada rede.
Erro comum: colar no modo visual. Sempre alterne para o editor HTML do Blogger antes de colar o fragmento.
Passo5— Troque o ID do vídeo e valide a publicação
Substitua o ID padrão DUDla8Bya8M pelo vídeo real e dispare {Valide o post} se quiser o veredito formal antes de ir ao ar.
Por quê: o ID é placeholder seguro — a IA não inventa URL de vídeo —, e o portão responde APTO ou lista o que impede a liberação.
Quando funcionar: {Libere para publicação} responde confirmando nenhum P0 aberto — e o post vai ao ar com tudo conferido.
Erro comum: pular a validação em posts de afiliado ou saúde — são justamente os temas com exigência jurídica maior.
Perguntas Frequentes
O que é o Master Rules 9.2?
Qual é a diferença entre o 9.2 e o 9.1?
O que são os três arquivos de entrega?
O que é o comando {Crie um post inteligente}?
Quantas palavras o 9.2 exige por post?
Como uso o prompt na prática — só colo no Claude?
Fontes e Referências
Quer ver o9.2em ação? Assista ao @CanalQb no YouTube e continue em canalqb.com.br.
Feito com Master Rules Claude v9.2